A cruz no pescoço de cabeça para baixo.
Ela renegou todos os sentimentos de um bom coração. E congelou a inocência de uma criança que amadureceu cedo demais.
O resquísio da infância presente em brinquedos espalhados pelo quarto.
Por dentro ela é raiva e ódio.
O amor desfalecido no calabouço de sua imaginação.
Ela diz coisas sem pensar. Sem medo de palavras brinca desejando a morte.
Sua, dos outros, tanto faz.
Fatalidade ou não, todos morrem, é o que aprendeu com a vida.
Não acredita em capeta. Pronuncia palavras e expressões agressivas, sem acreditar na energia negativa que podem proporcionar.
A muito tempo, a garotinha não acredita em muitas coisas...
Ela quis que todos morressem, ela quis fugir.
Sentiu o fogo do inferno queimar em si, revelado pela ira descontrolada.
Hoje ela cava a sepultura de familiares e ali enterra o sentimento nobre que um dia existiu por eles.
Confusões psicológicas. Ela desistiu de tudo.
Ela tentou controlar impulsos por uma pessoa.
Seu medo? Perdê-lo.
Ela trocou o amor de mãe pelo namorado.
E ama apenas ele.
Ela trocou o futuro filho pela irmã mais nova.
E aah, ela também a ama.
Ela trocou a idéia de filhos, pela hipótese Cytotec.
Deus por nada.
Alma perdida? Desiludida? Alma desfalecida.
Bebidas ralo abaixo, ela tentou impedir a mãe de destruir o pouco que ainda restava.
Honestidade? Ela tentou ganhar seu espaço e respeito.
Música no ultimo volume? Computador? Meios de se afastar da mãe.
Nada deu certo.
Ela trocou a casa pela faculdade. A família pelos amigos. A administração pelos livros. O psicólogo pelo blog.
Ela teve medo dos motivos, mas hoje já os conheci e defini.
Pedir socorro ajudaria? Ela tem certeza que não.
A menina ressurgiu das cinzas.
A inocência se esvaiu.
Fria. Calculista. Doce. Meiga. Blasé. Individualista. Egocêntrica. Excêntrica. Apaixonada. Emo. Irônica. Sarcástica. Crítica. Criativa. Camaleoa.
A maldade contida dentro de si, vence na maioria das vezes.
Uma pena...
Mas muitos ainda a vêem como um anjo.
Ela convive e doma sentimentos obscuros sozinha.
Camufla o que sente. Quebra objetos dominada pela raiva.
Na escuridão do quarto, ela ouve seus próprios gritos de agonia.
Ela ouve o choro da criança indefesa que não sabe lidar com tantos problemas.
Ela ouve a voz de sua loucura xingando a mãe... Injustiçada pela ditadora, ela quer caminhar sozinha agora...
O amor faleceu. E a familia? Estranhos insanos que apenas convivem juntos.

Texto reformulado dia 25/08/2009 - 01:47h (Ouvindo Confessions of a broken heart - Lindsay Lohan)
Texto original escrito em 05/11/2008
Ela renegou todos os sentimentos de um bom coração. E congelou a inocência de uma criança que amadureceu cedo demais.
O resquísio da infância presente em brinquedos espalhados pelo quarto.
Por dentro ela é raiva e ódio.
O amor desfalecido no calabouço de sua imaginação.
Ela diz coisas sem pensar. Sem medo de palavras brinca desejando a morte.
Sua, dos outros, tanto faz.
Fatalidade ou não, todos morrem, é o que aprendeu com a vida.
Não acredita em capeta. Pronuncia palavras e expressões agressivas, sem acreditar na energia negativa que podem proporcionar.
A muito tempo, a garotinha não acredita em muitas coisas...
Ela quis que todos morressem, ela quis fugir.
Sentiu o fogo do inferno queimar em si, revelado pela ira descontrolada.
Hoje ela cava a sepultura de familiares e ali enterra o sentimento nobre que um dia existiu por eles.
Confusões psicológicas. Ela desistiu de tudo.
Ela tentou controlar impulsos por uma pessoa.
Seu medo? Perdê-lo.
Ela trocou o amor de mãe pelo namorado.
E ama apenas ele.
Ela trocou o futuro filho pela irmã mais nova.
E aah, ela também a ama.
Ela trocou a idéia de filhos, pela hipótese Cytotec.
Deus por nada.
Alma perdida? Desiludida? Alma desfalecida.
Bebidas ralo abaixo, ela tentou impedir a mãe de destruir o pouco que ainda restava.
Honestidade? Ela tentou ganhar seu espaço e respeito.
Música no ultimo volume? Computador? Meios de se afastar da mãe.
Nada deu certo.
Ela trocou a casa pela faculdade. A família pelos amigos. A administração pelos livros. O psicólogo pelo blog.
Ela teve medo dos motivos, mas hoje já os conheci e defini.
Pedir socorro ajudaria? Ela tem certeza que não.
A menina ressurgiu das cinzas.
A inocência se esvaiu.
Fria. Calculista. Doce. Meiga. Blasé. Individualista. Egocêntrica. Excêntrica. Apaixonada. Emo. Irônica. Sarcástica. Crítica. Criativa. Camaleoa.
A maldade contida dentro de si, vence na maioria das vezes.
Uma pena...
Mas muitos ainda a vêem como um anjo.
Ela convive e doma sentimentos obscuros sozinha.
Camufla o que sente. Quebra objetos dominada pela raiva.
Na escuridão do quarto, ela ouve seus próprios gritos de agonia.
Ela ouve o choro da criança indefesa que não sabe lidar com tantos problemas.
Ela ouve a voz de sua loucura xingando a mãe... Injustiçada pela ditadora, ela quer caminhar sozinha agora...
O amor faleceu. E a familia? Estranhos insanos que apenas convivem juntos.

Texto reformulado dia 25/08/2009 - 01:47h (Ouvindo Confessions of a broken heart - Lindsay Lohan)
Texto original escrito em 05/11/2008
Carol que texto forte, que texto marcante. É muitas vezes uma ferida inexpressável o que sentimos claramente por alguém, pior ainda se da família. Garota, você é forte e espero que teu blog, namorado, irmã, amigos saiba retirar aos poucos o fogo do inferno e trocar pelo calor do amor. Está aí o comentário e a recomendação desse texto que diz tudo, medos, angustias... Ah, nunca te achei um anjo!
ResponderExcluirCarol....poutz ce leva mto jeito pra escrever..realmente eh um texto marcante, profundo, com uma expressao de sentimentos assim, "do alem"!!!hehehe!!
ResponderExcluirDoluuu mto vc viu miguxxaaaa, que continue com essa inspiração e qro ver mais obras tuas!
Bjukiss