Queimei as sandálias! De volta ao tênis.
Parei de tentar acompanhar os outros para ser aceita.
Não vou a praia. Larguei a chapinha.
Coloquei gasolina no blush, pó compacto e massa corrida.
Risquei o fósforo.
Admirei o fogo queimar...
De volta as correntes e rebites!
Que saudade...
Blusa amarrada na cintura, embora nem sinta tanto frio aqui.
Paulistana! Velhos hábitos...
Abracei-os como o ursinho da infância encontrado anos depois no fundo do armário.
Cabelos muito escuros, azulados ao sol, ressaltados na pele branca, reforçado ao deliniador nos olhos.
Dane-se o aspecto Mortícia...
Já fui cretina! A típica filha da puta que não mede palavras.
Passa por cima dos outros, displicente ao sentimento alheio.
Precisei me encontrar com o diabo para me reconhecer...
Mas sempre camuflei tudo muito bem.
Sentimentos, arrependimentos...
Transferia minha culpa aos outros.
Eu era ótima nisso!
Talvez só quisesse ser aceita por outros tão cretinos quanto fui...
Mas antes disso acontecer... Me ferrei!
Condenada por minha personalidade, manipulada por mim mesma.
Queria o reconhecimento deles...
Mas apenas o diabo se alegrou em minha companhia.
Me quis e manipulou.
Mas a relação morreu ao longo dos anos.
Ele não ia me absorver!
Queria me possuir, apenas para si.
Exterminava pessoas que entravam em meu caminho.
Monopolizava-me.
Ele perplexo, ainda não entende o que aconteceu.
Cansei das brincadeiras!
Chorei perdendo forças.
Perpendo a pouca essência realmente minha, aquela que criara com a vida.
Aquela não lapidada pelos próximos.
O experimento da perfeição!
Arruinado.
Falha! Desapontei todos a minha volta.
Capeta e escultores fitavam-me desapontados.
De vez em quando o mau ainda aparece para me dar oi...
Os olhos tristes. Abatido.
Como se só ao meu lado o império estivesse formado.
Como se só assim ele conseguisse governar.
Como se precisasse de mim pra sorrir.
Um cachorro indefeso nas patas traseiras.
Me vê feliz e derrama lágrimas.
Perdeu sua vítima!
Sim, eu acho graça.
Tão confiante em si mesmo, auto-suficiente, imponente.
Superior!
Eu conhecia sua arte de manipulação.
Ah! Passado cretino! Mas graças a ele me desvencilhei.
Implorei aceitação.
Mas ela só veio quando não ligava mais para as coisas.
Quando recomecei esperando o fracasso.
Sem muitas esperanças...
Ela me deu força para me reerguer.
As melhores pessoas.
Talvez as únicas que importem agora...
Aquelas que me fazem feliz...
Me permitem aproveitar a vida.
Porque já chutei o pau da barraca, rindo do caos gerado dentro dela.
Rindo dos desesperados que não esperavam que acontecesse.
Ou não esperavam nessas proporções.
Rindo de quem nunca me aceitou.
Ainda grito. Xingo. Digo tudo o que penso.
Magoa quem magoar. Falsos inocentes...
Não faz bem guardar sentimentos, ressentimentos...
Sinto muito. Não volto mais atrás. Não consigo!
Não sou santa, ao contrário do que muitos pensaram.
Palavras frias. Com um leve remorso camuflado.
Também sou humana. E mesmo machucada, não gosto de machucar quem fez isso comigo.
Mas é preciso...
Porém nunca mais gratuitamente, magoando inocentes.
Vejo pessoa inclinando a cabeça para o lado dizendo NÃO FAÇA ISSO.
Perplexas ao monstro que surgiu.
Sinto muito...
Olhe dentro de você...Reflita sobre motivos...
Sabe que não pode pedir que eu me cale! Não pode criticar meu comportamento.
Diabo, desculpe te desapontar...
Parei de tentar acompanhar os outros para ser aceita.
Não vou a praia. Larguei a chapinha.
Coloquei gasolina no blush, pó compacto e massa corrida.
Risquei o fósforo.
Admirei o fogo queimar...
De volta as correntes e rebites!
Que saudade...
Blusa amarrada na cintura, embora nem sinta tanto frio aqui.
Paulistana! Velhos hábitos...
Abracei-os como o ursinho da infância encontrado anos depois no fundo do armário.
Cabelos muito escuros, azulados ao sol, ressaltados na pele branca, reforçado ao deliniador nos olhos.
Dane-se o aspecto Mortícia...
Já fui cretina! A típica filha da puta que não mede palavras.
Passa por cima dos outros, displicente ao sentimento alheio.
Precisei me encontrar com o diabo para me reconhecer...
Mas sempre camuflei tudo muito bem.
Sentimentos, arrependimentos...
Transferia minha culpa aos outros.
Eu era ótima nisso!
Talvez só quisesse ser aceita por outros tão cretinos quanto fui...
Mas antes disso acontecer... Me ferrei!
Condenada por minha personalidade, manipulada por mim mesma.
Queria o reconhecimento deles...
Mas apenas o diabo se alegrou em minha companhia.
Me quis e manipulou.
Mas a relação morreu ao longo dos anos.
Ele não ia me absorver!
Queria me possuir, apenas para si.
Exterminava pessoas que entravam em meu caminho.
Monopolizava-me.
Ele perplexo, ainda não entende o que aconteceu.
Cansei das brincadeiras!
Chorei perdendo forças.
Perpendo a pouca essência realmente minha, aquela que criara com a vida.
Aquela não lapidada pelos próximos.
O experimento da perfeição!
Arruinado.
Falha! Desapontei todos a minha volta.
Capeta e escultores fitavam-me desapontados.
De vez em quando o mau ainda aparece para me dar oi...
Os olhos tristes. Abatido.
Como se só ao meu lado o império estivesse formado.
Como se só assim ele conseguisse governar.
Como se precisasse de mim pra sorrir.
Um cachorro indefeso nas patas traseiras.
Me vê feliz e derrama lágrimas.
Perdeu sua vítima!
Sim, eu acho graça.
Tão confiante em si mesmo, auto-suficiente, imponente.
Superior!
Eu conhecia sua arte de manipulação.
Ah! Passado cretino! Mas graças a ele me desvencilhei.
Implorei aceitação.
Mas ela só veio quando não ligava mais para as coisas.
Quando recomecei esperando o fracasso.
Sem muitas esperanças...
Ela me deu força para me reerguer.
As melhores pessoas.
Talvez as únicas que importem agora...
Aquelas que me fazem feliz...
Me permitem aproveitar a vida.
Porque já chutei o pau da barraca, rindo do caos gerado dentro dela.
Rindo dos desesperados que não esperavam que acontecesse.
Ou não esperavam nessas proporções.
Rindo de quem nunca me aceitou.
Ainda grito. Xingo. Digo tudo o que penso.
Magoa quem magoar. Falsos inocentes...
Não faz bem guardar sentimentos, ressentimentos...
Sinto muito. Não volto mais atrás. Não consigo!
Não sou santa, ao contrário do que muitos pensaram.
Palavras frias. Com um leve remorso camuflado.
Também sou humana. E mesmo machucada, não gosto de machucar quem fez isso comigo.
Mas é preciso...
Porém nunca mais gratuitamente, magoando inocentes.
Vejo pessoa inclinando a cabeça para o lado dizendo NÃO FAÇA ISSO.
Perplexas ao monstro que surgiu.
Sinto muito...
Olhe dentro de você...Reflita sobre motivos...
Sabe que não pode pedir que eu me cale! Não pode criticar meu comportamento.
Diabo, desculpe te desapontar...
Está sozinho agora.
Sem data, sem hora, sem nada.
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